sábado, 28 de janeiro de 2012

Last Friday Night

Não, não tem nada a ver com a música da Kate Perry. Talvez.




Pagou o taxista e bateu a porta. O carro partiu deixando-o sozinho na rua. Entrou no prédio e pegou o elevador. Abriu a porta do apartamento de seus pais e de fininho, na ponta dos pés cambaleou para dentro.
Abriu a porta da geladeira, pegou uma fatia de pizza - aquela que estava ali há uns três dias - e ficou a mordiscando enquanto ia para seu quarto. Fechou a porta e decidiu tomar uma ducha:
- Água, água quente é o que eu preciso agora.
Ele estava com muito frio, muito frio mesmo. Também, depois de ter tomado banho de piscina de madrugada, jogado futebol no frio e ter bebido praticamente a noite toda era de se esperar algo do tipo. Tirou a roupa e só então viu o estrago.
Os tênis brancos, pretos. As meias claras, encardidas. A camiseta, toda manchada. Até os óculos estavam crivados com cloro. Mas como? Ele não havia entrado na piscina de óculos...
- Ah, dane-se - pensou mentalmente. - Valeu a pena e isso é que importa.
Secou-se e colocou o primeiro pijama que achou. Deitou-se e dormiu.

Férias é para isso mesmo:

Curtir com a galera.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Vacation.

Férias, ô coisa loca de bom.

Todo mundo concorda que quando chega o final de ano, pensamos apenas uma coias "Férias, férias, férias." Ficamos quase loucos esperando pelo último dia de aula, para poder ter a liberdade.
Mas liberdade de quê?
De ter de estudar? Francamente, a maioria dos 'estudantes' raramente abre os cadernos em casa.
De ter de ir para o colégio? De ter de ver os amigos, conviver por cinco horas ou mais por dia?

Tá, também não vou endeusar o colégio porque sei que não é tão bom assim.

O que importa, é que depois de 9 meses de aulas, temos 3 só para nós.
Nada é melhor do que não ter compromissos nesse tempo, dormir até tarde.
Ler todos os livros que queríamos e não podíamos, ver todo os filmes que queríamos.
Sair com os amigos todos os dias que der;
Fazer festa quando der.
Acordar com aquela ressaca na manhã seguinte, e mesmo assim ir para o clube com os amigos.

Há uma gama infinita de oportunidades nos esperando durante as férias.
Durante o ano a queremos.
Agora é a oportunidade de aproveitar. Então vai curtir a porra das tuas férias.

Por que sinceramente, tem um ano muito cáustico pela frente.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Friendship

O ano recém começou e certas surpresas já comeram. Como eu já comentei que morei em Santa Maria, RS, local onde eu conheci o Charlie, mas quando fui embora sai com a impressão de que a minha "missão" por ali não tinha acabado, e mesmo morando no Rio, nas férias quando eu ia, esse sentimento continuava. Porém eu acabei de voltar de lá, foi tão esquisito, diferente, foi como o Grande Renato já dizia mudaram as estações, nada mudou, mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim tão diferente... Logo que reencontrei a minha mãe ela me disse que não era bem assim, algo realmente tinha mudado, a minha cabeça e perspectivas haviam mudado, ter ido para o Rio fez com que eu visse um novo mundo e aprendesse a valorizar mais certas coisas, as pequenas coisas, aprendi que nao se deve desperdiçar as oportunidades de ser feliz e sem duvidas a valorizar as amizades, aquelas verdadeiras, as "velhas" e também dar oportunidade a aquelas que estão apenas começando. Lógico que não vou nomea-las aqui, mas depois de tudo isso eu pude ver com quem eu posso realmente contar, desabafar, gritar, chorar e chorar de tanto rir.
Nesse ano elas serão muito importantes uma vez que terá horas que nós iremos precisar de um colo, de um ombro amigo que só eles poderão nos ajudar!! A minha dica 3 é: Valorize seus amigos e os momentos com eles! Além de se ajudar vc estará ajudando eles também, e nesse ano esses momentos podem se tornar poucos ::


Beijinhos

Marina Miranda

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pedofilia???

Já não é a primeira vez que passo por uma situação como esta: Uns marmanjos de vinte anos fazendo pose   em algum lugar do clube para ver se conseguem alguma menina de treze anos para sair com eles.

Desta vez foi mais claro ainda. Estávamos lá, eu e mais dois amigos jogando vôlei nas quadras de areia quando quatro marmanjos de uns vinte anos no mínimo chegaram e nos chamaram para uma partida de três contra três.
Eles não sabiam jogar vôlei.
Eles sabiam fazer pose de quem joga vôlei.
Falo com tanta segurança porque eu fiz dois anos de voleibol com o Laporta, um treinador que já teve seus filhos entre os melhores jogadores juvenis do estado.
Dava para ver que eles só estavam fazendo de conta que estavam jogando.

Eu não tinha entendido bem o porquê disso, quando algumas garotas de treze ano no máximo, chegaram e sentaram na arquibancada perto das quadras e ficaram conversando; os caras pararam  o jogo para ir falar com elas e tudo mais. Eles pararam a droga do jogo para ir trovar menininhas da sétima série. Uns caras de vinte anos!


Ai Charlie, mas se elas querem sair com eles não é pedofilia...
Me diz qual garota de 13 anos tem um pingo de juízo na cabeça?
Faça-me o favor! Na melhor das hipóteses isso é pedofilia.

Eu fico besta com uma coisa dessas.

B - E - S - T - A.

É revoltante ver uma coisa dessas, e mais revoltante ainda saber que acontece em todos os lugares, não só no clube, nem só na minha cidade.
Mas o que fazer?  Brigar com os marmanjos não vai ajudar em nada. No máximo você vai conseguir apanhar deles. Brigar com as meninas também não. Essa idade da rebeldia elas só fazem merda.


Aiai, devaneios de um mundo melhor....



Ééééé sociedade...

domingo, 8 de janeiro de 2012

O que você quer ser quando crescer?

É, chegou a hora de responder essa questão, mas tipo assim: EU NÃO SEI O QUE FAZER! Não sei se sou a única, entretanto entrando no terceiro ano meu coração esta dividido entre medicina, biomedicina ou design, publicidade quem sabe por que não arquitetura? Toda vez que eu conto isso para alguém sempre me falam: Mas design pode ser hobby! Sem falar na mais tradicional frase: Medicina é difícil de passar, demora uns 2 ou 3 anos para você conseguir entrar! Eu não concordo: design não é um hobby, é uma profissão com uma carreira difícil, mas atualmente qual não é? E em minha opinião medicina pode ser difícil de passar, mas não é impossível, se fosse não teríamos médicos! É tudo uma questão de escolha, se você assumir e bater no peito: eu quero isso e vou fazer de tudo para passar! Você vai conseguir, mas terá que fazer certos sacrifícios, normais a todos. Posso estar enganada, mas nessa fase de preparação não só de estudos, mas preparação psicológica, eu prefiro acreditar fielmente nisso!

No meu caso o complicado é que até em testes vocacionais essas duas áreas aparecem como sugestões! Testes vocacionais: essa é a minha dica numero 2! Escolher uma profissão para a vida inteira ou não, pode ser muito difícil, mas esses testes podem nos ajuda. Eu fiz junto à coordenadora do meu colégio lá no Rio de Janeiro, mas se você não tem em seu colégio pode procurar a ajuda de uma psicóloga ou psicopedagoga na sua cidade, mas não é qualquer uma que faz, tem que ser especializada nesse assunto. Se ainda assim você não conseguir pode-se fazer pela internet, eu sugiro
esse , deu o mesmo resultado que na minha escola e é bem rápido, contudo tem que fazer com seriedade para o resultado dar bem certo.

Para ajudar na escolha também é muito (destaque para muito) bom pesquisar sobre as profissões, sobre os cursos, mesmo que você não vá cursar na faculdade X ou Y, nos sites das federais há um espaço reservado explicando sobre mercado de trabalho, área de atuação, duração do curso e afins, dependendo tem até o cronograma das disciplinas. Outra forma de pesquisa seria conversar com profissionais da sua área, pode ser familiar ou não, como por exemplo, você quer ser fonoaudiólogo, ligue para um consultório, explique a sua situação e tenho certeza que você encontrara alguém disposto a ajudar!

Para fazer esse post, eu pesquisei é claro, e esse
site me chamou a atenção, pois tem uma espécie de guia para escolher a profissão e vídeos comentando sobre as tais, vale a pena olhar.

É isso por hoje, boa sorte para as nossas escolhas!
Beijos
Marina Miranda

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Oh internet...

Hoje eu passei o dia com uma menina que eu só tinha visto apenas uma vez.
Já havia conversado várias vezes por internet com ela, mas nunca passei muito tempo ao seu lado.
Preciso contar: foi difícil conversar com ela sem ser por internet.

O advento da era da computação tem nos trazido muitos privilégios e facilitados nossas vidas em peso.
Só que estamos desaprendendo a conviver lado a lado. Não conseguimos conversar com uma pessoa que senta ao nosso lado, que está com a gente.

Não existe como exprimir o que é sentir as sensações da pessoa que está ao seu lado. Ver o sorriso abrir no rosto dela quando você elogia seu cabelo, aquela cara de menina boba e ficar sem graça porque você falou alguma coisa legal. Sentir dor porque alguém lhe beliscou de leve no braço. Ficar feliz porque o músico da praça está tocando uma música que você gosta. Ouvir o bocejo de alguém que se espreguiça, ficar com sono. Olhar nos olhos dela e entender o que ela sente. A internet não nos possibilita isso. Não nos possibilita esse contato mais humano, talvez até mais sensual de estar ao lado de alguém que você ache atraente. Ponto ruim para a internet? Sim.

Não são palavras só minhas, muitos psiquiatras; psicólogos e terapeutas falam sobre este assunto, e eu nunca tinha percebido com tanta clareza. Se é verdade para mim, pode ser verdade para tantos outros. Então meu conselho para o dia de hoje é o seguinte:

Não importa quantos amigos você tenha na internet, quanto você converse com meninas/meninos por msn ou skype, isso pouco importa quando você está cara a cara com alguém. Ficamos nervosos e até esquecemos o que íamos dizer. Então desliga um pouco o computador e vai viver a vida. Chame alguém para sair, um amigo, um parente ou se tiver coragem a pessoa que você gosta. Viva! Saia desse computador um pouco porra! Porque no final, serão estes os momentos que você irá lembrar; aqueles que você passou perto das pessoas que quer bem.

"Últimas Férias...

... com cabeças de criança, na última noite de férias, vocês vão dormir como crianças e vão acordar incrivelmente mais maduros", quando a minha ex, porém eterna professora de redação, Dona Raquel terminou de dizer essa frase aquele frio na barriga, uma ansiedade, uma vontade de voltar e ficar no colinho da minha mamãe, como eu fazia quando era criança. Aquilo em primeiro instante me assustou demais, tipo querida, eu quero continuar a mesma, não quero ficar mais madura! Eu não sou fruta para ficar madura e depois cair da árvore! Mas depois quando contei a minha mãe, ela riu de mim, e disse que não era tudo isso, mas que uma coisa a minha professora tinha razão: essas seriam as minhas ultimas ferias normais!!

Pode ser verdade ou não, mas eu decidi aproveitar ao máximo esses dias de folga!

Nas primeiras semanas, tudo foi meio complicado, pois estava arrumando a minha casa em função da mudança, então era caixa para cá, caixa para lá por mais que eu queira muito vir para Porto Alegre, deixar o Rio já esta causando muita saudade, mas isso fica para depois. Logo que surgiu a possibilidade fiquei na casa da minha tia para poder ficar mais com uma amiga minha, depois fui com o meu pai para outra cidade encontrar outros amigos. Não importa as horas de viagem, mas sim aquelas que eu fico perto deles!! então minha dica número 1 seria aproveitar cada momento, seja das possíveis ultimas férias, desse ano que promete ou da vida!! Porque no final tudo vale à pena!

Beijinhos e Boas férias para vocês

Marina Miranda

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Surpresas da vida. - Kirinus

Há mais ou menos um ano e meio, eu conheci um garoto chamado Pedro Reghellin Kirinus; popularmente chamado de Kirinus. Quando o conheci, fiz meu ultimato "Esse é daqueles que se acha 'o' pegador e é marrento." sem ao menos tentar conhecê-lo. Não minto que ele tinha tudo para ser assim; tem um rosto bonito, é magro e com o corpo definido, e provavelmente já ficou com cinco vezes mais garotas que eu.
Passei os primeiros quatro meses aturando-o porque ele era amigo de um novo amigo meu.

Aos poucos eu fui vendo que ele não era tão chato e idiota como eu achava. Era meu colega na equipe de voleibol do mestre Laporta, então passávamos um bom tempo juntos semanalmente.
Mas eu só fui realmente abrir meus olhos quando ele foi o primeiro a estender a mão para me ajudar numa situação que se passava entre uma amiga dele e eu.
Deirdre, ela é outro problema, então atenhamo-nos nele, que é sobre quem escrevo.

Eu fiquei surpreso quando ele, aquele que sempre pareceu um babaca para mim foi o primeiro a me ajudar. Só então fui conhecê-lo de verdade. Só então toda aquela barreira que me impedia de ver quem ele realmente era sumiu.

Hoje, tenho a honra de dizer que mesmo tendo convivido só um ano e meio, ele é um dos meus melhores amigos. Daqueles que vêm e mesmo sem querer acaba desbancando os que antes eram os ''mais''.

Eu sei, eu nunca quis que meus melhores amigos mudassem, mas faz parte da vida. É impossível ter muitos melhores amigos ao mesmo tempo. É impossível, por mais que a gente tente.

Essa chegada dele em minha vida, foi algo que me surpreendeu muito, abriu meus olhos mais uma vez.

E por mais que eu soe muito gay nesse texto, eu não me importo nem um pouco. Ele é um dos meus melhores amigos, e por ele não ligo que o texto pareça assim.
Muito ele já me ajudou. Muito ele já me ouviu, e muito eu já o ouvi.

Todo mundo tem uma amizade que começa pelo mais estúpido motivo.
Se você não tem, aguarde, eventualmente vai acontecer. I know it.






Provavelmente ele nunca vai ler isso, mas mesmo assim:

Obrigado Kirinus.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O primeiro de muitos

Entre os livros e a vida, o dia a dia de um vestibulando ainda é uma grande de bola de expectativas, medos e inseguranças para mim. Um mundo novo que esta a começar de fato SÓ daqui a dois meses, mas as duvidas começaram logo que entrei no ensino médio há dois anos , minha história fez com que eu tivesse apenas uma certeza: eu quero passar e passar bem na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), mesmo que depois não venha a cursar eu quero ter registrado que eu fui capaz de passar.

Mas antes de qualquer coisa gostaria de me apresentar, meu nome é Marina, eu tenho 16 bem vividos anos, morei em Santa Maria, uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul, e há dois anos fui morar na loucura que o Rio de Janeiro e agora prestes a cursar o terceiro ano do ensino médio estou voltando para o meu estado que eu amo tanto, mas agora para Porto Alegre. Estou namorando a 2 anos (a distância, sim isso não é impossível!), tenho muitas duvidas, mas mais que isso, muitos planos para essa nova fase da minha vidinha.

Esse blog foi um projeto que eu comecei a pensar desde junho ou julho de 2011, dividir essa experiência única com um mundo virtual pode ajudar alguém que esta passando pelo mesmo e a mim. Aqui tenho por objetivo dividir dicas para deixar esse ano tão esperado mais fácil e como diria a minha professora de literatura, um ano mais fácil de digerir!! Isso é só o começo, não sou tão culta quando ao Charlie, mas prometo tentar contar tudo que eu souber para ajudar!!

Beijinhos

domingo, 1 de janeiro de 2012

Nota de abertura: Charlie Angelz.

O sol está se levantando mais uma vez. Outro dia, outro mês, outro ano.
A vida segue  não nos pergunta se estamos pronto ou não para ir. 

Dois mil e doze será um ano definitivo tanto para mim como para muitos outros. A ficha ainda não caiu que estou indo para o terceiro ano, e que terei que escolher para qual universidade prestarei vestibular. E terei que passar. A minha vida dependerá disso. O meu futuro está em aberto.
E não só o meu, mas o futuro de todas as outras pessoas que estarão prestando vestibular também.

Mas se esse fosse o único problema que nos atinge, a vida sera muito mais fácil. O que acontece é que enquanto isso, o dia-a-dia no colégio nos desgasta muito entre o ser e o parecer. O que torna tudo tão difícil, é ter uma vida decente enquanto toda a pressão de nossos pais e familiares cai sobre nossa cabeça.
- Você tem que passar filho.

É bem difícil conseguir balancear ambas as coisas, mas é a única maneira. Já disse Joel O'Keeffe, vocalista do Airbourne:

  " There ain't no way bu the hard way."

Faz parte da vida, e se nossos pais conseguiram; por que nós não?

Não venho aqui ficar reclamando do que acontece no meu dia-a-dia. Venho somente, e tão somente informá-los que vocês não são os únicos a passarem por esses tipos de drama. E se alguém consegue superar, por que vocês não? É claro que conseguem. Eu sei disso.